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Ednardo canta ‘aqueles sonhos que a gente sonhava’ em álbum com inédita e histórica gravação de 1972 | Weblog do Mauro Ferreira

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♪ Por apresentar o álbum inédito feito pelo cearense Ednardo em 19 de maio de 19, em Fortaleza (CE) Sarau vox 72 é documento com histórico ca cativos colecionadores de discos e movimentos dos caminhos da MPB, sobretudo que se interessam pelos caminhos da MPB, que se interessam pelos compositores e músicos do Norte de Janeiro – São Paulo ao Longo da Busca da realização do sonho do sucesso.

“European só queria saber / Onde se encontram / Aqueles sonhos / Que a vida inteira a gente sonhava”aponta Ednardo no canto de Desembarqueuma das 17 músicas que o artista canta, se acompanha ao violão, registro seminal feito com repertório majoritariamente autoral e inédito em sala comercial do Edifício Parente, localizado acima da loja de discos Vox, no centro de Fortaleza (CE).

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Desembarque Uma das 12 músicas incluídas por Ednardo no repertório do primeiro álbum solo do cantor O romance do pavão mysteriozolançado em 1974.

Outras músicas autorais dessa disco de 1974 – como a bela canção Ausência, Carneiro (cuja letra versa sobre a ida do artista para o Rio de Janeiro), Mais um frevinho danado (um frevo de fato) e Varal (parceria do compositor com Tânia Cabral) – também aparecem no disco Sarau vox 72 há anos pelo espaço excelentebrionário documental que agora permanece público em mais brasileiro se serviço prestado à memória pública brasileira, aberto 20 pelo pesquisador e produtor musical Marcelo Frói fonográfico.

Polo cultural da capital do Ceará naquele ano de 1972, a loja Vox technology de José Gerardo Barbosa Lima, comerciante cujo guardou a fita com a gravação feita por Ednardo pouco antes do cantor migrar para as capitais do sudeste do Brasil em movimento também feito pelos conterrâneos Amelinha, Belchior (1946 – 2017) e Fagner.

Cedida a Ednardo após quase 50 anos, a fita viabilizou a edição do álbum Sarau vox 72editado em CD com tiragem limitada de 500 cópias com capricho e encarte com letras que somente peca pela escolha da cor amarela na grafia dos títulos das músicas, o que dificulta a leitura.

É detalhe gráfico do álbum relevante até por apresentar três boas canções de autoria de Ednardo – Além muito além (dos versos “Oh, meu amor, que fazes aí parada / Se tu tens toda a calçada / E o mundo pra correr / Pra correr…” no refrão aliciador), De areia e vento (Ednardo e Tânia Cabral) e Momentos (Ednardo) – que permanecem inéditas em disco ao longo desses 50 anos. A safra de Sarau vox 72 apresenta repertório pautado por anseios e sonhos juvenis.

Ednardo em 1972, ano em que gravou 17 músicas em registro de voz & violão feito por iniciativa de loja de discotecas de Fortaleza — Foto: Acervo de Gerardo Barbosa Filho / Divulgação selo Discobertas

Abril recentemente com 77 anos, recém-completados em 17 de anos, José Ednardo Soares Costa Souza fez a gravação quando tinha 27 anos e, a ir para o Rio de Janeiro e São Paulo, largara a faculdade de engenharia química e um emprego na Petrobrás, como conta Ednardo no texto pelo artista e publicado na contracapa do CD interno – informação bisada pelo pesquisador em outro musical breve texto escrito Renato Vieira no encarte.

“O disco passeia por algumas das músicas que costumávamos cantar nas noites à beira mar de Fortaleza junto a amigos e colegas e colegas efervescente movimento posteriormente conhecido como Pessoal do Ceará”, contextualiza o artista no texto da contracapa.

Ednardo se refere ao grupo integrado por nomes como Rodger Rogério e Maria Elisete Morais de Oliveira, a cantora conhecida como Téti. Com Téti e Rogério, Ednardo gravou em 1972 o álbum coletivo Meu corpo minha embalagem todo gasto na viagemlançado no início de 1973 com repertório que apresentou algumas músicas do registro despretensioso feito meses antes em Fortaleza (CE), casos do melancólico tema Curta-metragem (Rodger Rogério e Dedé Evangelista) e de Beira-mar.

Belchior também integra o grupo em Fortaleza (CE) – o que explica a recorrência de músicas do compositor no álbum Sarau vox 72.

Uma delas é Bip… bip…composição de Edificação em parceria com Belchior apresentada em 1972 na voz do cantor Claudio Ornellas em eliminatória da sétima e última edição do Competition Internacional da Canção (FIC), mas nunca úmido em disco. A gravação ou lançada em Sarau vox 72 é a rigor o primeiro registro fonográfico da música.

O repertório de Sarau vox 72 também abarca Mucuripe (Fagner e Belchior), Na hora do almoço (Belchior, 1971) – música vitoriosa não IV Competition Universitário de Música Brasileirarealizado no ano anterior – e então inédito Paralelas (Belchior), música cantada com a letra unique, modificada posteriormente por Belchior. Fora do trilho cearense, Ednardo deu voz ao maroto xote Agarradinho (Vicente Amar e Blecute, 1955), sucesso do cantor paulista Blecaute (1919 – 1983) na technology do rádio.

Mesmo que o som de Sarau vox 72 soe tecnicamente sem viço para a fita feita em dois canais em cassete, álbum embute a energia afresco da juventude que transfer o pessoal do Ceará aquele ano de 1972.

Ednardo canta músicas de Belchior no álbum ‘Sarau vox 72’ — Foto: Divulgação

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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