TECNOLOGIA

Essas baterias de plástico podem ajudar a armazenar energia renovável na rede

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Polímeros condutores podem acabar sendo um grande participant no armazenamento em rede, mas se isso acontecer provavelmente dependerá da rapidez com que a empresa pode expandir sua tecnologia e, crucialmente, quanto custam as baterias, diz Susan Babinec, que lidera o programa de armazenamento de energia. no Laboratório Nacional de Argonne.

Algum pesquisar aponta US$ 20 por quilowatt-hora de armazenamento como uma meta de longo prazo que nos ajudaria a alcançar 100% de adoção de energia renovável. É um marco que outra alternativa baterias de armazenamento de rede estão focados. A Shape Power, que produz baterias de ferro-ar, diz que pode atingir esse objetivo nas próximas décadas.

PolyJoule pode não conseguir obter custos tão baixo, reconhece Paster. Atualmente, a meta é de US$ 65 por quilowatt-hora de armazenamento para seus primeiros sistemas, raciocinando que clientes industriais e concessionárias de energia podem estar dispostos a pagar esse preço porque os produtos devem durar mais e ser mais fáceis e baratos de manter.

Até agora, diz Paster, a empresa se concentrou em construir uma tecnologia simples de fabricar. Ela emprega uma química de fabricação à base de água e united states of america máquinas disponíveis comercialmente para montar suas células de bateria, de modo que não precisa das condições especializadas às vezes exigidas na fabricação de baterias.

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Ainda não está claro qual química da bateria vencerá no armazenamento em grade. Mas os plásticos da PolyJoule significam que uma nova opção surgiu.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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