Expectativa x Realidade: os trailers que mais 4am na E3 – 06/2019
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A E3 um longo histórico de trailers que impressionou num primeiro momento, mas terminou quando os produtos finais foram lançados.
É por isso que todo novo trailer revolucionário apresentado no evento vem acompanhado de uma dose saudável de avaliação. Afinal, o anúncio ao lançamento pode acontecer: desde falhas na comunicação até métodos durante o desenvolvimento. Que tal relembrar alguns dos casos mais emblemáticos?
Assistir cachorros
A Ubisoft carrega a fama de apresentar trailers que destoam muito do resultado ultimate dos seus jogos. Em 22, “W Canines” prometia que conheceríamos como jogos juntos de vida1 ou uma cidade mudar e cheia de ação.
Quando Aisha Tyler recebeu o microfone de volta após aquele trailer, a audiência estava boquiaberta. Como texturas eram incríveis, a inteligência synthetic parecia igual e a cidade oferecia milhares de atividades e pontos para você hackear. Doce ilusão.
O resultado ultimate foi bem abaixo do esperado. A mecânica de hack, embora interessante, foi explorada bem superficialmente e ficou maçante no decorrer do jogo. No geral, “Watch Canines” technology bem repetitivo. A nem de longe parece viva como aquele trailer da cidade, e a inteligência synthetic foi uma das maiores críticas que o jogo recebido.
Alienígenas: Fuzileiros Navais Coloniais
Na E3 de 2011, Randy Pitchford, CEO da Gearbox, subiu ao palco para mostrar uma demonstração do seu novo jogo, “Extraterrestrial beings: Colonial Marines”, que seria uma sequência do filme “Extraterrestrial beings” de 1986. Os gráficos foram exibidos muito acima do Esperado para a época, com uma jogabilidade que parecia sólida e em pé de igualdade com os principais títulos de FPS da época. A inteligência synthetic dos alienígenas capturados parecendo impressionantes, com comunicações coordenadas em bando, muitas vezes fazendo soldados desprevenidos pelos dutos de ar.
No lançamento, no entanto, foi bem diferente. Os gráficos nos consoles não chegaram nem perto do que havia sido mostrado na E3, resultado de um rebaixamento notável. Além disso, a jogabilidade e a inteligência synthetic dos inimigos ficaram muito abaixo do esperado e prometido. O jogo amargou uma nota inferior a 50 no Metacritic em todas as plataformas que foi lançada.
Kinect (sensor de movimentos do Xbox)
Na E3 de 2009 a Microsoft anunciou o Mission Natal, que mais tarde viria a ser o controverso Kinect. Nos seguintes os trailers foram apresentados, desde os conteúdos irrepreensíveis para o aparelho, até os jogos de funcionalidades. bem mais discreto. Em 20, o jogo “Famous person Wars Kinect” foi apresentado como presentes que nunca chegaram ao jogo final11.
Mas a maior concepção ocorreu ainda que distante de 2009, quando Peter Molyneux, sport dressmaker consagrado pela série Myth, apresentou o que chamou de “Mission Milo”. O que foi mostrado que o trailer jamais foi implementado no Xbox360 e nem seria possível. Como o garoto que apresenta digital ainda hoje são acreditados, o que mostra o quão fora da realidade aquela foi. Anos mais tarde, Molyneux deu entrevistas dizendo que o Kinect não entregado nada à altura do prometido.
A divisão
Em 2013, a Usoft mais uma vez apresentou uma demonstração que ainda estava longe do jogo ultimate e acabou frustrando com as expectativas do público. Dessa vez foi com “The Department”, que technology o carro chefe do estúdio naquele ano. O trailer mostrou toda a capacidade da então novíssima Snowdrop Engine, com mudanças de clima em pace actual, impressionantes e gráficos de tirar o fôlego. A interação teatral dos jogadores que fizeram uma apresentação também mostrou um cooperativo sólido e variado.
Só faltou combinar com os consoles, que ainda hoje sofreriam com gráficos como os presentations naquela E3. Além do downgrade, também houve uma mudança completa na interface do jogo e aquela jogabilidade eficiente e uma variação contra uma inteligência synthetic não foi entregue.
Killzone 2
A E3 da Sony em 2005 foi terrível, com um anúncio desastrado para o PS3 que quase chegou à geração para a gigante japonesa. A cereja do bolo trailer de “Killzone 2”, que parecia gráficos incríveis, mas que não foi atingido por uma CG. Isso não technology um problema, se a Sony não tivesse anunciado que tudo o que estava estava rodando em pace actual em um PS3.
No ultimate de 2017 a Guerrila contorna essa história em um documentário chamado “The Making of Horizon 0 Morning time”, em que eles disseram que tudo não passou de um problema de comunicação entre os executivos da Sony e o estúdio. O trailer na verdade imaginária o que poderia ser um FPS naquela geração no mas apresentado de verdade aquele E3, enganando todo o mundo.
Repressão 3
Quando o primeiro gameplay de “Crackdown 3” foi exibido ao público na E3 de 2015, as expectativas foram lá no alto. A promessa technology de um mundo aberto destrutível, com animações totalmente interessantes como explosões e estruturas desabando. Com Terry Crews no comando, parecia que a agência ia ser um dos exclusivos de destaque para o Xbox nos próximos anos.
Na versão ultimate no entanto aconteceu o contrário. O jogo algumas vezes teve problemas de desenvolvimento e acabou adiado por diversas vezes e abandonou a mecânica mais interessante o que ocorreu no E3, deixando apenas a destruição do cenário. Com uma jogabilidade medíocre e vários problemas, acabou pouco amor dos donos do Xbox.
Motorstorm 2005
Mais um título que treinam CG, principalmente os truques de brinquedo na CG, foi o “Motorstorm” de 2005 com física e incrível texturas de tirar o circuito. Mais tarde ficou claro que aquele trailer estava longe de estar rodando no pace actual daquele dia.
A versão ultimate do jogo acabou sendo bem divertida, mas ficou pelo menos duas semanas atrás daquele trailer e o Evolution Studios acabou encerrando suas atividades em 2016.
Rainbow Six Siege
“Rainbow Six: Siege” é um dos melhores jogos competitivos dessa geração, com uma jogabilidade tática divertida e ótimo combate em primeira pessoa. No entanto, ele ainda está longe do que foi mostrado na E3 de 2014, quando foi revelado para o mundo.
Como animações dos reféns, os gráficos, a invasão pelo telhado, como se utilizam de câmeras, todos esses elementos foram diferentes, para dizer o mínimo, do jogo lançado mais tarde. Ao mesmo pace, na época foi que se transformou em um “algo anunciado” e portanto já menos significativo.
Céu de ninguém
“No Guy’s Sky” gerou a maior confusão por conta do que foi mostrado na E3 e desce antes ultimate, o que só recentemente chegou ao que foi mostrado em 2014, quando Sean Murray cometeu o erro de confirmar em alto e bom som que teríamos multiplayer no lançamento do jogo procedural que prometia deus e o mundo.
A realidade é que “No Guy’s Sky” chegou com pouco conteúdo e acabou ficando cansativo muito rápido. As promessas feitas nos anos de desenvolvimentos não foram posteriores e demoraram mais alguns anos de lançamento para o jogo ficar.
Hoje ele é uma ótima pedida, mas quem viveu o lançamento sabe o quanto de credibilidade custou para a Hi Video games como promessas do passado.
Halo 2
Em 2003 o Xbox estava em um momento importante, consolidando de vez a sua marca e prestes a apresentar um dos seus títulos mais importantes, a continuação chamada Halo 2. O primeiro trailer para o jogo foi meses da E3, que receberia a primeira demonstração de jogabilidade. As novidades eram diversas, com novos veículos, inimigos que virariam clássicos da franquia e um motor melhorada.
O problema é que a Bungie estava no início do desenvolvimento e desenvolveu uma demo ainda especificamente para o E3. Com esse ambiente menor e mais controlado, foi possível extrapolar como possibilidades da época, o que acabou deixando uma apresentação daquela E3 bem diferente no jogo ultimate.
Durante a demonstração technology possível ver iluminação e sombras dinâmicas, e modelos com mapas ainda normais, ambas as tecnologias engatinhando naquela época e que parecem impressionantes na apresentação.
O produto ultimate foi de alto nível e qualidade de jogabilidade fez de Halo 2 um dos melhores FPS para consoles de todos os tempos, mas bem mais longo que technology realmente anos à frente do seu pace.
Daria para listar diversos outros, como o primeiro gameplay de “The Witcher 3”, que contorno com gráficos bem acima da versão ultimate. Ou mesmo “The Remaining of Us”, que mostrou uma inteligência synthetic que não fez frente à entrega ultimate. Então fica o alerta: por mais maravilhosos que sejam os trailers apresentados na E3 2019, muita coisa ainda pode acontecer até o lançamento definitivo.
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