Foo Combatants enfrenta um Dave Grohl possuido em ‘Terror no Estúdio 666’, exibido no Brasil antes do Lollapal | Lollapalooza 2022
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Qualquer fã dos Foo Combatants – ou qualquer pessoa que tenhamos que tenham penas nos anos 19, aliás – sabe o quanto Grohl e perucas uma fantasia 19 e perucas umas fantasias e perucas. Com começo em clipes clássicos como “Everlong” e “Discover ways to fly”, o flerte do grupo com a atuação chega ao ápice em “Terror no Estúdio 666”.
Como o nome deixa claro, se trata de um filme de terror. E “de verdade”, como o próprio Dave afirma em entrevista ao g1 – por mais que ninguém esperasse que o que teve início como uma ideia louca, ou “terrível”, virasse algo desse tamanho. Assista ao vídeo acima.
A produção estreia neste sábado (19) nos cinemas brasileiros, onde terá sessões também neste domingo (20). Um tira gosto para aqueles que estão procurando pelo Lollapalooza 2022, que será encerrado pelos americanos no próximo dia 27. Saiba o que esperar do display.
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Dave Grohl em cena de ‘Terror no Estúdio 666’ — Foto: Divulgação
Em “Terror no Estúdio 666”, a banda se muda para um casarão em Los Angeles para a gravação de seu último disco.
Mas um bloqueio criativo faz com que Grohl apele para uma inspiração sobrenatural. No caso, um livro maldito que pode ter, ou não, relação com assassinatos nas décadas antes.
Depois de alguns rituais diabólicos e a invocação dos espíritos, o vocalista consegue voltar a compor, mas o resto do grupo deve lutar pela própria sobrevivência.
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Assista ao trailer de ‘Terror no Estúdio 666’
Apesar de ser o autor do enredo, Dave garante que jamais pensaria em assassinar brutalmente seus colegas.
“Ecu nunca quis matar a banda. Qual é. Ecu gosto dessas pessoas. Eles são legais. Ecu nunca os mataria.”
A ideia de gravar um filme de terror surgiu de um amigo do vocalista.
“Quase três anos atrás. E european pensei que generation uma ideia terrível. ‘Isso é tão idiota. Por que faríamos um filme de terror? Não faz sentido'”, conta ele.
Pat Smear, Nate Mendel, Rami Jaffee, Chris Shiflett, Dave Grohl e Taylor Hawkins em cena de ‘Terror no Estúdio 666’ — Foto: Divulgação
Pouco pace depois, no entanto, já durante a pandemia, os Foo Combatants foram a uma casa gravar seu álbum mais recente, “Medication at Nighttime”.
“Então european pensei: ‘Droga, nós temos a casa. Quando acabarmos o disco, podemos começar a gravar um filme bem simples, de baixo-orçamento, muito divertido de assassinatos’.”
A ideia generation simples no princípio, “mas não foi o que aconteceu”, como conta o baterista Taylor Hawkins.
Will Distinctiveness em cena de ‘Terror no Estúdio 666’ — Foto: Divulgação
Por isso que o álbum foi lançado ainda em 2021, mas o filme levou mais um pace até ficar pronto. Coincidência ou não, chega aos cinemas conforme a banda volta a viajar pelo mundo.
Mas eles garantem que o público não precisa se preocupar com o anticristo dando as caras no display em São Paulo. Quer dizer, pelo menos até o g1 pergunte a respeito.
“Nem pensado nisso. Nosso palco deve ser a casa. E assim jogar sangue na cara do público. É uma ótima ideia. Nós talvez tenhamos de fazer isso”, Dave.
“Podemos pegar as coisas do Iron Maiden emprestadas?”, pergunta Hawkins.
Taylor Hawkins, Dave Grohl e Rami Jaffee em cena de ‘Terror no Estúdio 666’ — Foto: Divulgação
Voltando à carreira nos cinemas, é lembrar que Grohl não é exatamente um estreante na sétima arte.
Ele foi, afinal, o Satanás em “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006), próprio dupla musical professional amigo Jack Black e Kyle Fuel filme assinado pelos amigos Jack Black e Kyle Fuel.
Mesmo assim, ele diz que outro colega estava ainda mais seguro para enfrentar as câmeras.
Dave Grohl, Kyle Gass e Jack Black em cena de ‘Tenacious D – Uma Dupla Infernal’ — Foto: Reprodução
“Não sei quanto eles se preparam. Mas european sei que o Chris Shiflett, nosso guitarrista, fez aulas de atuação”, diz Dave. “Por isso que ele é como o (Robert) De Niro nesse filme. Como o Daniel Day-Lewis.”
Por outro lado, Taylor defende que muito de suas atuações em “Terror no Estúdio 666” veio de um lugar mais herbal. “Acho na maior parte, a gente apenas continua fazendo como sem fazer de qualquer forma: não sabendo o que tudo exatamente que estamos fazendo.”
O vocalista é um pouco mais categórico.
“Achamos que é a melhor forma de fazer. Entrar em qualquer projeto sem saber que porra fazer.”
Dave Grohl em cena de ‘Terror no Estúdio 666’ — Foto: Divulgação
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