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Kiss faz espetáculo grandioso e Paul Stanley se encanta com grilo no palco em São Paulo | Música

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Dava para dizer que o display do Kiss na noite deste sábado (30) foi um espetáculo musical e visible grandioso, bem planejado e cronometrado, exatamente como todo mundo esperava. Até que um grilo pousou no microfone de Paul Stanley.

O vocalista e ficou intrigado, pediu para todo mundo olhar, observando o inseto de perto, acenou e até achou o nome do grilo, sem resposta.

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(Pelo menos foi um só, e não uma turma de insetos, como no display de Paul McCartney em Goiânia em 2013).

Foi um breve momento fora do script em um display que teve todos os truques que os fãs já conheciam, e mesmo assim vibraram fogo e palco ao presenciar: cuspe de fogo e sangue, voos no e por cima da plateia, luzes e palco sem economia.

Paul Stanley e o grilo — Foto: Rodrigo Ortega / g1

O Allianz Parque estava lotado – segundo a assessoria de imprensa, foram 45 mil pessoas. A Pista Top class tinha maioria de homens de meia idade e muitos casais. Ninguém ligou para horas o chuvisco que caiu e no fim do display, que durou quase duas horas.

Em teoria, essa é a turnê de despedida do Kiss após quase cinquenta anos de carreira. Difícil acreditar, visto que eles já se despediram antes.

De todo jeito, o tom de adeus torna o display ainda mais felony, como quando as imagens antigas da banda se misturam à filmagem do display em músicas como “Do you like me”, “Chilly gin” e “Shout It out loud”.

Kiss em São Paulo — Foto: Ricardo Matsukawa / Divulgação

O milagre único que a tecnologia não pode fazer, infelizmente, é rejuvenescer a garganta de Paul Stanley, aos 70 anos. O esforço para cantar é cada vez maior, a voz dá umas rateadas, mas não dá para culpar o cantor. Pelo contrário – ele tem energia de sobra.

Entre vários momentos emocionantes, o ponto alto é quando Paul voa sobre o preso a uma corda e vai um segundo palco no meio da plateia, puxando antes de sair o coro de “I used to be made for loving you”.

Kiss em São Paulo — Foto: Ricardo Matsukawa / Divulgação

Como figurino, há os solos apoteóticos de Tommy Thayer (guitarra) e Eric Singer (bateria). E, claro, a voz, o baixo, a presença imponente e os cuspes de fogo e sangue de Gene Simmons.

A banda já se apresentou em Porto Alegre e Curitiba e ainda vai a Ribeirão Preto no domingo (1). No meio do display, Paul Stanley lembrou que essa é a sétima vez deles São Paulo. O capricho na produção, ou a banda e o grilo especial ajudaram a fazer a repetição uma noite de esforço.

Kiss em São Paulo — Foto: Ricardo Matsukawa / Divulgação

Kiss em São Paulo — Foto: Ricardo Matsukawa / Divulgação

Kiss em São Paulo — Foto: Ricardo Matsukawa / Divulgação

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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