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Maioria das empresas resgatados ransomware paga para obter dados de volta, aponta pesquisa | Tecnologia

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Os crescimentos por ransomware foram colocados em um dilema: até que mudou com os negócios dos negócios. De acordo com uma pesquisa recente, de 75% das empresas vítimas desse tipo de crime virtual aceitam pagar resgates para encerrar como atividades de hackers e recuperar o acesso aos dados.

Em 24% dos casos de sequestros digitais, mesmo com o pagamento, como não conseguem recuperar as informações perdidas. Os dados estão presentes em um relatório world da empresa de segurança Veeam.

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Para o levantamento, a Veeam contratou uma empresa de pesquisas, que entrevistou 1.000 líderes da área de tecnologia de marcas que foram vítimas de ataques de ransomware pelo menos uma vez nos últimos 12 meses.

Os agentes representam organizações de todos os tamanhos diferentes em 16 países na Ásia, Europa, Oriente Médio e na América.

Ransomware é um tipo de vírus que sequestra o conteúdo do computador da vítima e cobra um valor pelo resgate. No caso de empresas, os hackers podem exigir milhões para devolver o controle.

VÍDEO: Ransomware – entendido como vírus é usado em extorsões

No Brasil, suspeita-se que a técnica criminosa tenha sido usada no ataque ao website online do ConecteSUS e a página do Ministério da Saúdeem dezembro de 2021. Um grupo de hackers afirmou ter “copiado e excluído” 50 TB de dados internos do ministério.

No entanto, não há informações sobre pedido de resgate ou pagamento por parte do governo brasileiro. O sistema ConecteSUS ficou fora do ar por 13 dias.

‘Pagars não é estratégia’

“O ransomware democratizou o roubo de dados e exige colaboração de organizações em todos os setores para maximizar sua capacidade de remediar e recuperar sem pagar o resgate”, afirma o diretor de tecnologia da Veeam, Danny Allan.

Segundo executivo executivo uma “narrativa” de empresas que são impotentes frente aos negócios de mudanças. E incentiva os hackers a continuarem invadindo associações de diversos tipos.

“Pagar a cibercriminosos para restaurar não é uma estratégia de proteção de dados. Não há garantia da recuperação, os riscos de danos à alta segurança e perda de confiança do cliente são”, explica o diretor de tecnologia da Veeam, Danny Allan.

Segundo a maioria da Veeam, na dos casos, os empresários de advertising chegaram ao acesso ao meio de hyperlinks ou websites “não seguros” que são visitados por seus dados.

Depois de acessar o ambiente corporativo, os invasores inclusam vulnerabilidades conhecidas, incluindo sistemas e servidores de banco de dados operacionais para apagar os backups, que são cópias de segurança de informações vitais de uma empresa.

O levantamento aponta 7% das organizações que lutam parciais em seus direitos de backup ou de recuperação de danos – o levantamento da capacidade de reparação sem resgate ou resgate.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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