O que a Sq. Enix está fazendo?
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Esse texto se você busca por respostas. É difícil encontrar um traço lógico no conjunto de ações que parte dos anos da Sq. Enix tomou nos últimos anos. Uma das maiores publicadas de jogos do mundo, a japonesa de Fantasia ultimate engatou uma sequência de atitudes duvidosas, que colocaram em dúvida se o Pateta de Corações do Reino não assumiu as rédeas.
O passo de caráter duvidoso mais recente da Sq. foi o anúncio de venda dos estúdios ocidentais de Tomb Raider, Deus Ex, Legado de Kain e de outras franquias que permaneceram adormecidas.
Chama atenção o valor do acordo. A Sq. Enix vendeu estúdios como Crystal Dynamics e Eidos-Montréal por U$ 300 milhões, aproximadamente R$ 1,5 bilhões em conversão direta. Sabemos que a empresa nunca ligou muito para os estúdios ocidentais, inclusive cobrando metas surreais e alegando prejuízo causado pelas vezes. A Sq. chegou a alugar a força de trabalho da Crystal Dynamics para a produção do novo Absolute best Darkish da Microsoft, no lugar de alocar os talentos para um projeto inédito.
O preço da venda dos estúdios colocados pela Sq. Enix espanta em épocas de vendas milionárias na indústria — claro, alguns estúdios e franquias valem mais do que outras. Principalmente quando pensado que um publicadora repassou não somente força de trabalho especializado e estrutura física, como também mais de 50 propriedades intelectuais a um valor que chega a ser 230 vezes menor do que a Microsoft pagou pela Activision Snowstorm.

Fica claro que a Sq. Enix queria se livrar do que considerava um fardo no ocidente. A empresa já havia liberado uma franquia assassino de aluguel, e seus mais de 70 milhões de jogadores, para um desenvolvedora IO Interactive, sem cobrar nada. Agora, a ideia foi desfazer-se de Tomb Raider para apostar em um negócio mais promissor. Correto? Não exatamente.
Jogos NFT em queda
A Sq. Enix pretende usar parte dos U$ 300 milhões angariados na venda para investir em jogos com blockchain e NFT (token não fungível). Plano de ação já adotado por empresas como a Ubisoft que resultaram da proposta após avaliar os tal qual um Chocobo em Ultimate Delusion XV. E a francesa de Murderer’s Creed não foi único.
SEGA, EA e Team17 são exemplos de companhias que desistiram de investir em jogos com NFT neste momento. Após crescimentos explosivos em 2021, esse tipo de jogo está em queda. Um levantamento realizado pelo Yubb mostrou que, os tokens de jogos que valorizavam em 2021, apenas dois não estão todos caindo neste ano.
O trato amarrado pela Sq. Enix me faz lembrar daquelas brincadeiras televisivas ou concorrente e coloca um fone de ouvido trocando o domínio de uma propriedade intelectual como Tomb Raiderpor um saco de batatas ou um rádio sem pilha.
são quais são da Sq. Enix?
Analisando rapidamente as últimas publicações e declarações do comando da Sq. Enix, uma imagem surge. Parece que a empresa perdeu de vista o que realmente importa, o jogador, para focar na otimização da geração de receitas.
Não engane-se achando que em algum momento você, jogador, será mais importante do que os lucros de uma empresa de videogames. No entanto, trate o consumidor como uma linha no balancete, é rápido para encontrar uma linha vermelha nos relatórios.
A cada novo passo a Sq. Enix parece mais, a fazer mais dinheiro, com menos esforço. Como remasterizações de Crono Cruz e Ultimate Delusion Pixel Remaster, por exemplo, são desleixadas e ecu gostaria de estar exagerando. Enquanto a nova versão do RPG clássico conseguiu a proeza de piorar o desempenho gráfico do jogo lançado para o unique do PlayStation, a coletânea de Fantasia ultimate mais parece reunir insects como principais novidades.
Os dois desastres de remasterizações juntam-se à decisão da Sq. Enix de trazer Corações do Reino para o Nintendo Transfer by means of nuvem. Escolha que mais parece uma tentativa de fazer mais, com menos. Nesse caso, com menos diversão e com mais travamentos. A franquia e os fãs meramenteciam muito mais.
Ecu realmente poderia passar para grandes problemas transcorrendo sobre a falta de atenção na experiência do jogador e o foco nos lucros feitos a Sq. Enix jogos de qualidade duvidosa, mas acredito que pensar em três títulos evoca essa certeza: Estranho do Paraíso: Origem Ultimate Delusion, A Queda da Babilônia e Balan Wonderworld.
Até quando acerta no jogo, a Sq. Enix encontra maneiras de desagradar a parte da comunidade. Ultimate Delusion VII Remake, por exemplo, é um sucesso de público, mas que gera dúvidas nas decisões de ser divididas em diversas partes vendidas.
O que Wonder’s Avengers diz sobre o momento da Sq. Enix?
É difícil ignorar Vingadores da Wonder. Mirando no sucesso de jogos como serviço e pode estender o catálogo de títulos on-line, muito bem abastecido com o sucesso crescente de Ultimate Delusion XIVa Sq. Enix pediu que a Crystal Dynamics trabalhasse em um jogo on-line com a equipe da Wonder.
A ideia generation lançar uma aventura com atualizações diferentes e que gerasse receita anos a fio, como disse a própria Sq. Enix em comunicados. Com esse tipo de intenção no, o resultado apresentado foi a estreia de um dos jogos mais vazios de sentido da história.
Vingadores da Wonder não tem começo, meio e muito menos um fim para a agonia de quem segura os controles. Pelo menos o jogador pode comprar uma roupinha de pagodeiro para o Hulk com dinheiro de verdade.
Esse é o tipo de jogo que é uma ótima ideia apenas na sala de investidores. É difícil imaginar um jogador que pedisse um jogo on-line incompleto dos vencedores no lugar de uma boa campanha single-player com os heróis mais famosos do momento. Mas, novamente, a Sq. parece não conseguir reconhecer sua fundamental fonte de lucros, o jogador, deve ser ouvida.
Na verdade, a publicadora funciona pelo contrário. O lendário fashion designer de jogos Yuji Naka, famoso por ter criado o Sonic, precisou entrar na justiça para conseguir o direito de desculpas de jogos aos jogadores que amam o reconhecimentodo Balan Wonderworld. A Sq. Enix demitiu Naka enquanto o diretor dizia para salvar a jogabilidade do título de plataforma.
Por mais que a rentabilidade seja essencial para as empresas do mundo dos jogos, não se faz dinheiro nessa indústria sem os jogadores. E a Sq. Enix parece estar afastando seu bem mais precioso, com lançamentos mecânicos e decisões focadas em números.
Ainda podemos confiar na Praça?
Não restam muitas dúvidas e motivos que oferecem o jogador olhar com confiança para os lançamentos recentes da Sq.. É difícil não imaginar, por exemplo, que da Wonder Guardiões da galáxia teve o desempenho prejudicado pela má impressão que Vingadores da Wonder deixou. O título elogios da crítica (inclusive no Canaltech), mas não superou as expectativas de vendas, muitas vezes irreais, da Sq. Enix recebido.
A situação atual da publicaçãora preocupa, mas não está tudo perdido. Apesar do sinal amarelo, ainda é possível acreditar que a Sq. pode dar a volta por cima. Não só jogos como o incrível A Vida é Estranha: Cores Verdadeiras o próprio Guardiões da galáxia são exemplos de que ainda existe coração nos lançamentos da companhia, como o futuro promete ser brilhante, se bem trabalhado.
Sem os estúdios ocidentais, a Sq. ganha mais pace e atenção para cuidar da próxima década de jogos orientais, que parece promissora com os lançamentos da segunda parte de Ultimate Delusion VII Remake, Renegado, Dragon Quest XII: The Flames of Destiny, Ultimate Delusion XVI eo já aguardado Kingdom Hearts IV.
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