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Zeca Veloso sopra o fole com versos inéditos no unmarried que dá a amostra do disco autoral do primeiro artista | Weblog do Mauro Ferreira

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♪ Quando Zeca Veloso começou a trabalhar em 2021 no álbum autoral que lançará neste ano de 2022, o artista sentiu que a letra de O sopro do fole (2021) – inspirada música de autoria do artista carioca, apresentada na voz de Maria Bethânia, tia de Zeca, em gravação do álbum Noturno (2021) – De uma segunda parte.

Escrita com alusões a símbolos e signos do grande sertão nordestino, a inédita segunda parte da letra de O sopro do fole Também faz referências a outras músicas do primeiro álbum de Zeca e, dentro do coco do artista, embute homenagens tanto ao jovem João Gomes – cantor e compositor pernambucano de piseiro que alcançou grande previsão em 2021 – Luiz Gonzaga (191 pilar2 – da música imortal1989)

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Na gravação que Zeca Veloso lançará em unmarried programado para sexta-feira, 6 de maio, o toque da viola de arco cita na faixa a melodia do verso inicial – “O meu cabelo já começa prateando” – da música Hora do adeus (1967), parceria de Gonzaga com Onildo Almeida lançada há 55 anos pelo Rei do Baião. Gonzaga também é citado no cantado verso ultimate – “É a festa da volta do rei” – da segunda parte da letra da composição de Zeca.

oh solteiro O sopro do fole apresenta, claro, a letra já acrescida dessa segunda parte. “O sopro do fole é sobre o sertanejo na cidade grande. Ecu acho que a maior inspiração para essa música foi minha tia Bethânia, como canções sertanejas e caipiras que ela canta. Para minha alegria, ela gravou antes de mim, antes de ecu conseguir fazer uma segunda parte da letra, que ecu já queria (fazer), mas não achou que technology possível. Conseguiu, finalmente, ser a primeira faixa do meu disco a ser fornecido”, relata Zeca Veloso.

De contrato cinco anos assinado com a gravadora Sony Track, Zeca Veloso se prepara para o lançamento do primeiro após ter sobressaído no display Ofertório (2017) – no qual o cantor dividiu o palco com o pai Caetano Veloso e os irmãos Moreno Veloso e Tom Veloso – ao dar voz em falsete à canção autoral Todo homem (2017).

De lá para cá, o cantor já lançou um primeiro unmarried solo em janeiro, A rota do indivíduo (Ferrugem)com a gravação da canção de Djavan e Orlando Morais lançada em 1991 e revisitada por Zeca em 2022 com produção musical orquestrada pelo artista com as colaborações de Antonio Pedro Ferraz, Pepe Monnerat e Thiago Amud.

Contudo, a canção A rota do indivíduo desde sempre ficou fora do repertório do álbum de Zeca Veloso até se desviar do trilho autoral do artista.

Zeca Veloso cita música de Luiz Gonzaga na gravação de ‘O sopro do fole’ — Foto: Hick Duarte

♪ Eis a letra de O sopro do fole já com a segunda parte definida por Zeca Veloso após a gravação por Maria Bethânia:

“Moço, esse vento que ali

Tirou meu chapéu, balançou meu cordão

É o sopro do fole de festa que aqui

É nota tão clara bem na minha mão

Apertando o baixo do meu coração

É tudo que ecu deixo pra trás sem mais não

Ecu vivo no mundo mas não sou daqui

Quando não consigo mais voar

Passa o trabalho e a boiada

É pousar na viola e tocar um modão

Não me diga que não gosta não

Moço, esse vento que aqui

Beijo meu cavalo na beira do mar

É o canto-seresta de quem já passou

É o sopro que acende a máquina do Rio

Que vem lá do fundo do nosso Brasil

Quem viu, quem cantou, quem chorou, quem sorriu

É ferro, é fogo, é pisada

Ô, boa-nova, notícia-clarão

Ecu já tenho em minha mão a senha, a cela e o esporão

O alazão a esperar o sertão virar mar

O mar acender em fogo então

É o fim, é o início, ecu cantei

É a festa da volta do rei”

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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